Passei uma semana espetacular em Paris à convite da minha mãe e do Zé Carlos, seu marido. Foram sete dias intensos de cultura intelectual e gastronômica.
Uma cidade única que diferentemente de Londres e principalmente Berlim, não sofreu muito com os bombardeios durante a 2a guerra e por isso preserva muito de sua história. A cada esquina, cada praça podemos ver um pedacinho de arte ou história. Não é à toa que várias celebridades da cultura mundial foram morar nessa cidade como Thomas Jefferson, Santos Dummont e por aí vai.
Aproveitei esse tempo para desenferrujar o meu parco francês nível DELF 1 que pelo menos quebra um galho. Estarei escrevendo em breve sobre as atrações que visitamos não só em Paris como no Vale do Loire, um passeio de dia inteiro espetacular e imperdível, que recomendo imensamente mesmo sendo meio carinho.
A volta para Berlim foi interessante. Mesmo já tendo ido ao Rio neste meio tempo, desta vez quando cheguei em Tegel, reparei o quanto já estou adaptado à cidade. Sei os caminhos, mal ou bem entendo a língua e me vi por diversas vezes, durante várias conversas, defendendo Berlim perante Paris, como se isso fosse possível. Berlim é uma cidade única, com suas história tão única quanto Paris. Talvez pelo fato de ser uma história mais recente, me atrai imensamente.
Cada vez mais é certo para mim que a Europa em si é um campo impossível de ser explorado durante uma vida só. O que acaba por ser frustrante pois tudo é “logo ali”. O vôo de Berlim para Paris é apenas 1 hora e 40 minutos; menos que ir até Manaus do Rio, se não me engano (é muuuuito mais barato com certeza). Com isso você tem acesso à uma cultura totalmente diferente logo ali, a um vôo de distância. Abrir mão disso em julho vai ser muito difícil…
March 17, 2009


















































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